You're not Stubborn - Parte 1

Apenas um lembrete: eu fui torturada a minha vida toda pelos meus próprios pais, isso e apenas tudo oque aconteceu. Você não e obrigado a se preocupar comigo, mas garanto que seria interessante ver você lendo isso.
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Meus pais nunca me alimentaram, você sabe. É por isso que o meu aspecto não é dos melhores: magra ao ponto onde eu quase pareço um esqueleto ambulante. Isso é também porque eu estava morta, ou eu me sentia morta. Isso aconteceu durante longos 7 anos.

Eu era inocente, queria que todos ficássemos juntos. Mamãe, papai e eu. Tudo oque eu queria era que fossemos como uma família normal, todos juntos, amando uns aos outros e vivendo uma vida normal e feliz. Infelizmente, era pedir demais.
Eu não pudi ver minha mãe biológica, nem meu pai, nem minha família. Então fui levado a um centro de adoção. Não faz 4 semanas em que fui adotada, e com apenas meus 4 anos, todo o abuso começou.
Foi um tratamento razoavelmente padrão em primeiro: me batiam, me estrupavam, me queimavam com cigarros e cortavam-me com cacos de vidros. Eu tinha novos irmãos, e para minha tristeza, eles não poderiam fazer nada, a não ser olhar aquela situação. Isso durou muito, muito, segundo eles. Mas era de se esperar, me tratarem de tal forma por eu ser adotada, e nem mesmo conhecer minha família.
Um dia, um assistente social junto a um grupo de ternos (policiais disfarçados) visitaram a minha casa e nossa pequena família. Eu havia aprendido que caso não queira apanhar na frente deles ou de qualquer um adulto, eu tinha que segurar minha língua. Eu fiz o meu possível para que eles não percebam, e deu certo. Eu fiquei calma o tempo todo, sem mostrar medo ou coisa assim. A Assistente social me perguntou se eu me sentia bem com aquela família, eu menti e disse que sim. Após, se retirou de minha casa junto aos outros. Meus pais olharam para mim de um jeito raivoso, eu menti para assistente.
A pena para isso chegou a ser um pouco rude, eu apanhei mas do que aguentaria, para ser exatos, facas e tesouras junto a um taco de baseball. Foi essa surra que me matou. Eu estava fraca, sem forças devido as facas em meu peito e minhas costas. Meu pai alguns segundos depois iria enlouquecer, pegou seu taco de baseball de alumínio e bateu uma única vez, com toda a força do seu corpo, nas minhas costas. Doeu muito, mas eu não poderia chorar. Chorar demonstra fraqueza e isso pioraria a situação. Com isso, se tornou impossível de se respirar, eu tentei me levantar novamente, mas nesse segundo, a minha vida deixou meu corpo.
Papai tirou o taco de cima de mim e sorriu, sua mão estava melada de sangue. Minha mãe, sentada vendo tudo, fumando um cigarro e sorrindo ao ver minha morte. Depois da minha morte, os dois foram enviados a prisão para cumprir uma pena, mamãe cinco anos e papai 10. Eu via tudo junto aos anjos ao meu lado, toda noite eles me devam uma permissão de me "vingar". Eu apenas aparecia a eles, sem assusta-los e sem machuca-los. Anos depois eles pareciam "reformulados", eles voltaram juntos e com uma nova filha, Sarah. Ela era linda, olhos azuis, cabelos loiros e 6 anos mas velha do que eu. Talvez por isso que eles deram-lhe amor, carinho, e até um filhote da cachorro. Ele se chama Scout, e pequeno, branquinho e bonitinho, parece uma bola de pelos indo e vindo pela casa.
No entanto, Sarah e nem Scout são permitidos de ir ao porão. Ninguém tem permissão de entrar lá a não ser eles dois, papai e mamãe. Apesar de eu ter morrido após 18 anos, eles se recusam a tirar nossos brinquedos; Jaula, facas, correntes, nada disso. Eu ainda estou aqui, embora longe do mundo e suas travessuras. Eles tem vergonha de mim?
Sim, pois eles não tem vergonha de Sarah. Eles adoram Sarah, junto a Scout. O cão e alimentado a mas do que eu me alimentaria junto aquela família por 5 semanas. Era sempre visto de barriga cheia. Apesar de estar morta, tenho fome, as vezes acho que meu estomago quer comer a mim mesmo. Eu não penso em nada...apenas estou com fome. Hey, que gosto tem Scout? frango? Hmm...De noite. Todos dormindo, Sarah e o cão. Enrolado na cozinha com sua pequena cama, uma cama melhor que já tive. Aquele cachorro parece tão tranquilo...e gostoso.
Mamãe acorda de manhã, tão bom, aquela noite foi única para ela. Ela nunca amou daquele jeito, por isso deve se sentir bom e aproveitar tudo. A cozinha, pobre mãe, cobrindo seus olhos com o terror que a domina agora. Pobre Scout, seu corpo no chão, suas entranhas arrancadas, a carne despojando de seus ossos, a medula e seu sangue. Terrível, um cachorrinho adorável que agora virou apenas ossos e peles jogados no chão. Sua coleirinha, vermelha e brilhante junto a bagunça.
Mamãe chama calmamente o papai, grato por sarah estar dormindo. Eles pegam um saco de lixo para tirar o cão, papai limpa a bagunça calmamente e sem fazer barulho. Isso é decepcionante, eu esperava uma reação mas forte junto a isso.
Eu odeio dizer isso, mas estou com um fome de atenção da mamãe do papai, também. Não faça nada, apenas culpe meu deficit de atenção. Muito irritada quando viva, ao saber que Sarah teve um tratamento muito melhor que o meu. Cheguei a ver Sarah saindo de seu quarto animada, ao ver a cena, papai e mamãe mentira sobre um passarinho morto. Sarah começa a chorar e...mamãe e papai a conforta-la. "Fique calma, iremos e apenas um passaro. Vem, me abrace."
É injusto, porque nunca fui tratada assim?
Eles irão pagar por isso, vão sofrer, e eu não vou ligar caso seja jogada ao inferno. Eu voltei a casa, com um corpo fantasma, me sinto flutuando. Com um rápido subir de escada, eu chego ao quarto de Sarah. Gostaria de perguntar a você se ela irá gritar ao perceber minha presença no seu quarto. De noite, eu sentei-me ao lado da sua cama a ver o seu corpo perfeito e bonito, junto a um urso de pelúcia. Ela e uma estúpida para mim, com um quarto rosa e coisas que só uma filinha de mamãe tem. Esse quarto foi oque eu sempre sonhei antes de morrer, mas mudei de opinião. Sarah também e um pouco gordinha entra lados, tudo bom em recursos para um bom bife.
Eu vou fazer uma refeição digna de um Rei.
Bem, se eu mata-lá agora, não irei ver a sua reação ao ver que o "pássaro" era na verdade seu cachorrinho, Scout. Eu vou poupa-la para amanhã. Quando Sarah retorna da escola, eu estou a espera-la em frente a casa, seus olhos estão um pouco vermelhos e inchados devido a notícia da morte do seu pequeno Scout. Pai e mãe deveriam sentir pena dela, eu não.
Eu fico com uma boa sensação ao vê-la assim, olhando para os lados, com medo das pessoas e oque elas tramam. Eu sei que, pai e mãe amam-a de um jeito em que nunca fui amada, e por isso tramo minha vingança. Assim como Sarah merece aquele cachorro, ela não merece a pai e mãe. Ela não merece ser feliz. Essa noite, eu vou ter certeza que ela não vai ser.
Quando chegou as 08:00, Sarah vai ao banheiro escovar seus dentes limpos e brancos. Após isso, voltar para o seu quarto perfeito. Mãe e pai dão-lhe um abraço e um beijo para deixa-la na cama. Eles irão apagar a luz, e com um click, eu irei aparecer. Eu sou silenciosa, mas a prontidão acaba quando Sarah olha ao escuro e diz; olá?. Ela consegue me ver? não, não pode ser. De qualquer maneira, ela pode me sentir, como a maioria das crianças pode.
Piso com cuidado com passos pequenos e silenciosos e chego até a borda da cama, junto a janela. Eu posso ver o seu hálito deixar sua boca em suma, com respiração ofegante, formando pequenos sopros de frio no quarto. Ela tem medo de mim? tanto melhor; A adrenalina deve atuar como um potenciador para o seu sabor natural. Eu consigo imaginar o seu lado doce, devido a leites, doces cereais e açúcar, muito açúcar. Eu sento em sua cama, a cama range fazendo um barulho irritante, e finalmente,Sarah grita. Trovões, muito trovões, em um minuto mãe e pai estão aqui. Eu tenho que desaparecer.
Continua na página 2...

By: Sr. Natan
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